O Jetta ainda é um carro que me interessa, não apenas a geração atual ainda vendida na América do Norte, mas também as demais que conhecemos pela primeira vez como Bora.
Vi o Jetta pela primeira vez naquela Quatro Rodas de 1997 com todos os carros do mundo, ali na terceira geração chamado de Vento, nome que utilizou na Europa na fase A3.
| Jetta GLi 2003 com rodas Eight Rex 17" |
A Volkswagen caprichou no Golf de quinta geração em 2003 e deu a ele tecnologias e recursos inéditos, era possível a partir dali ter tração all-whell-drive, direção direta (TFSI), câmbio automatizado (DSG). E o Jetta que chegou aqui no Brasil como Jetta mesmo era derivado desse carro, mas utilizava apenas o 2.5 de cinco cilindros de 150 ou 170 cv (da família EA-855) combinado ao câmbio automático Aisin código 09G.
Mas como a Crise do Subprime expôs, o fim dos anos 2000 impôs sérias restrições orçamentárias aos projetos de carros novos. O Jetta de sexta geração deveria ser menos sofisticado e substituir de uma vez as duas gerações anteriores ainda produzidas no México.
Interessante é que os europeus abandonaram o nome original já na fase A3, que recebeu o nome Vento. Quebrando a tradição de preservar nome, a fase seguinte recebeu o nome Bora. Nos Estados Unidos, onde o carro sempre fez sucesso, o nome Jetta foi preservado.
| Jetta de terceira geração |
O Jetta Comfortline chegou com uma suspensão esquisita, chamada pela Volkswagen de "eixo de torção", mas como mostro neste vídeo, de eixo de torção ela nada tem.



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