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3 de set. de 2020

Corolla 2003 a 2008, um ótimo usado


O Corolla produzido entre 2002 e 2008 está naquela fase que o mercado gosta: preço relativamente baixo para um conjunto ainda moderno. A verdade é que ele envelheceu bem, diante de Chevrolet Astra e Honda Civic anterior ao "New" parece ser bem mais novo. O vídeo acima resume todas as qua

O sedã e a esquecida perua da Toyota têm um excelente 1.8 de 136 cv que entrega ótimo desempenho com baixo consumo em rodovia. O câmbio manual de cinco marchas é estranho e o automático tem apenas quatro marchas, mas com o tempo se acostuma a eles. Versão Flex apareceu apenas no último período, sendo que a potência com gasolina caiu para 132 cv.

O interior tem ótimo acabamento com materiais macios e bonitos -- alguns frágeis, é verdade. O volante com quatro raios e aro fino combina com a proposta de sedã familiar, embora alguns prefira três raios com raio mais espesso. Incômodo grande é a suspensão traseira macia demais, com três no banco traseiro e alguma bagagem as lombadas se tornam um tormento.

A Toyota Corolla Fielder fez pouco sucesso por dois motivos, o primeiro é o estilo pouco atraente, e o segundo motivo é o porta-malas menor: 411 litros contra 437 do sedã. Isso é raro em peruas, a Renault Mégane Grand Tour, por exemplo, ao menos tinha os mesmos 520 litros do sedã.

5 de set. de 2019

Corolla 2014-2019: GLi, XEi, XRS e Altis, qual a diferença?

Depois das gerações nove e dez chegou a vez do Corolla vendido entre 2014 e 2019 ganhar um vídeo sobre as diferenças de cada versão. São dois vídeos, um sobre a fase 2014/2015 a 2017/2017 e outro sobre a fase seguinte, 2017/2018 a 2019/2019.




O vídeo é dedicado àqueles que procuram um Corolla e desejam mais detalhes sobre cada versão, qual é a mais vantajosa, mais barata e mais completa. Costumo dizer que qualquer versão é adequada, mas tendo o Corolla GLi 1.8 os melhores preços ele pode ser a versão ideal. Caso esteja procurando um Corolla mais antigo e barato, os vídeos abaixo foram feitos para ajudar.





20 de jul. de 2018

Qual a melhor versão do Corolla "Brad"?

Um carro que todo mundo recomenda sem medo foi produzido entre 2002 e 2008, teve quatro versões, duas carrocerias e recebeu algumas mudanças nesse tempo. Mas qual é sua melhor versão? Assista ao vídeo abaixo para descobrir.





Um pouco sobre o Corolla "Brad"

O carro de 1 milhão de unidades anuais deveria atender exigências globais com uma única plataforma. O Corolla de nona geração começou com uma disputa entre os estúdios de design da Toyota da Califórnia, de Bruxelas na Bélgica e de Toyota City no Japão, aĺém do externo Tokio Studio Center.

A vitória do Toyota Europe Office of Creation belga refletia a necessidade de conceber um produto mais europeu, que como hoje era bem aceito em todos os continentes. A própria Hyundai percebeu esse gosto mundial e em 2003 abriu um centro de desenvolvimento na Alemanha e contratou funcionários da BMW e da Volkswagen. O primeiro i30 saiu de lá.



Um projeto dessa magnitude não poderia falhar no propósito, então foi aceito que se criasse uma versão mais alongada para fora do eixo Europa-Japão. Com alguns centímetros a mais e estilo elegante apareceu a versão americana. Compare a foto acima em azul com a foto abaixo: a porção central é a mesma.



A Toyota do Brasil escolheu a versão americana porque aqui os sedãs médios tinham imagem de carro de "gente bem-sucedida". E eram mesmo: um Corolla SE-G topo de linha custava mais de R$ 150 mil em valores atuais. O interessante é que em nenhum outro país além do Brasil existiu Fielder com a frente do Corolla estadunidense.

O ator Brad Pitt foi escolhido para ser o garoto-propaganda mundial do Corolla IX, o que também aconteceu no Brasil. Esse é o motivo do apelido Corolla Brad.

16 de set. de 2010

"TOYOTA" NO QUARTEIRÃO

 

Sempre quis conhecer as viaturas do Ronda no Quarteirão, mas não tive oportunidade de chegar perto de alguma. Hoje pude entrar numa e, com o celular, fotografá-la. O interior caramelo é quase o mesmo de uma SRV, mas os bancos são forrados com um material mais resistente que o couro, que permanece. Há câmbio automático, ar condicionado, sensor de estacionamento, GPS, celular e câmeras para filmar o banco traseiro e a "jaula".

20 de set. de 2009

Vios, um concorrente para o Honda City


Um bom concorrente para o Honda City nacional seria o Toyota Vios, de mesmo tamanho e proposta, que está na segunda geração.

Ele é fabricado sobre a plataforma do Yaris (que também poderia ser produzido aqui) para países emergentes e desenvolvidos. É um carro simples, com motor de 1,5 litro, VVT-i, 109 cavalos e 14,5 m.kgf de torque. Sua suspensão traseira é por eixo-de-torção, como no Corolla.

Para adequá-lo ao Brasil basta dar um toque de criatividade na traseira e tirar o quatro de instrumentos do centro do painel (painel do centro é coisa de "mamãe"). A mecânica está adequada e o nome Vios, idem.


Ele é vendido na América do Norte sob o nome de Yaris Sedan e junto ao hath. É vendido também nas Phillipinas, Singapura, Malásia, Tailândia, Indonésia e China. Só falta a América do Sul.

A traseira não está bem ao gosto brasileiro. Uns pequenos retoques bastam

O ideal é trazê-lo para um nível superior, para a catogoria do Polo. É só melhorar as peças de acabamento e aumentar os itens de conveniência.

O painel é simples, mas correto em acabamento. Para baixar custo o quadro de instrumentos foi instalado no centro. Assim, só os comandos mudam. Essa posição de quadro não é bem aceita pelos tradicionais



4 de set. de 2009

De Hilux D4-D SRV Automatic para todos os usuários de Hilux

Apesar de ser bem conhecida por esse Brasil eu vou me apresentar. Meu nome é Hilux e sou a evolução de uma picape japonesa chamada Hi-lux (uma abreviação de high luxury, ou alto luxo no português). Nem sempre tive luxo, mas esse é o nome que minha mãe, a grandiosa Toyota Motor Corporation, me deu.

Nesta carta eu quero agradecer a receptividade das pessoas, em especial os brasileiros que me amam, e mostrar o que penso sobre quem tenta me tirar do sucesso com produtos parecidos. Digo logos às concorrentes: tenho tradição, robustez e luxo!

Cheguei a terras tupiniquins em 1992 junto a uma conterrânea da Mitsubishi, a L200, quando as importações de automóveis foram enfim liberadas. Inauguramos o segmento dos utilitários mid-size no país, que só seria representado por produtos nacionais anos depois com dupla americana Chevrolet S10 e Ford Ranger.

Por causa do meu visual agressivo conquistei muitos clientes, principalmente na região nordeste e sudeste. As pessoas estavam em busca de um veículo que desse muito prestígio e segurança no trânsito – não sei como, pois eu nem tinha ABS e bolsas infláveis. Cheguei para suprir as necessidades dessas pessoas. Às vezes nem pisava numa estrada de chão, mas tinha pneus monstruosos e todo aparato de fora-de-estrada, além, é claro, de tração integral.

A região nordeste me ama. O Ceará principalmente. Talvez pela minha robustez. Mas não se precisa de robustez para carregar imensas caixas de som ou passear em praias. Não entendo. Só sei que sou muito bem cotada por lá. Aliás, eu e minha versão SW4 somos usadas pelas pessoas mais altas da sociedade cearense. De certo modo, um símbolo do estado.

Em 1998 ganhei cidadania argentina devido ao sucesso. Logo depois a picape da Mitsubishi vira goiana, já sob o poder de um antigo revendedor Ford. Não gosto dessa tal de L200; sempre quis se parecer comigo. Detesto ser confundida com ela. Ainda bem que a maioria dos clientes sabe diferenciar.

Apesar de tudo, em conquistar compradores sempre fiquei atrás da S10, um produto mais econômico. Não me sinto ameaçada por ela, principalmente agora com o novo desenho. Com a nova versão, de 2005, me distanciei do antigo Bandeirante e me juntei ao Corolla. Se só gostava de asfalto e belas praias agora...

Depois de treze anos com o mesmo desenho, a minha mãe, ainda mais poderosa e ameaçando a mãe da S10, me jogou na fonte da juventude. Virei uma adolescente perto das idosas concorrentes. Ganhei uma dianteira linda. Porém, aquela parte que o brasileiro tanto dá valor – seja em carros ou mulheres – ficou sem personalidade. No entanto, fiz mais sucesso e meu prestígio foi às alturas com a nova geração.

Câmbio automático em picape é coisa de americano, mas o brasileiro gosta de mim com ele. E por falar em americano, tenho vontade de voltar à terra onde picapes vendem mais que automóveis de passeio; os Estados Unidos. As grandalhonas Ford F-Series e Chevrolet Silverado dominam, apesar das médias Colorado, Ranger e Dakota serem mais econômicas. Como americano não se importa mesmo com economia, uma das minhas virtudes e das mid-sizes, só as full-size fazem sucesso naquele país. Por isso que tenho duas irmãs maiores por lá, uma chamada Tacoma (me trocaram por ela nos anos 70) e a outra Tundra, esta equipada com motores V6 e V8 a gasolina.

Contento-me com o sucesso na Ásia, na Europa, na Oceania e na América do Sul. E vou revelar um segredo: já fui vendida na África do Sul como Volkswagen Taro! Não contem para ninguém, muito menos para a tal de Robust que vem aí. Não tenho medo dela, só vergonha de ter me vestido de uma marca que não combina comigo.
Medo? Não tenho nem da L200 Triton, aquela coisa que sempre está na minha sombra. Puxa, ninguém suporta imitação! Ainda bem que ela não copiou minha aparência, tem um motor que não inspira confiança e nem a tradição de um Toyota. Já a Frontier é bonita e luxuosa. Mas não tem tradição no Brasil. Vou dar um conselho a General Motors: traga logo a Holden Colorado (Isuzu D-Max) porque só eu, a Triton e a nova Frontier sabemos o quanto a S10 está cansada.

Bem, assim vou me despedindo. Obrigado a todos pelo sucesso meu e da minha irmã SW4. Em agradecimento a todos os brasileiros oferecerei sempre um bom motor Diesel, econômico e resistente, e outros potentes movidos a gasolina, além, é claro, de luxo e status em honra ao meu nome e ao mundo que me recebeu com tanto carinho. Seja no asfalto ou na areia, na terra ou na lama, sempre estarei pronta para transpor caminhos sem maltratar passageiros.